Quinta, 03 de Abril de 2025
26°C 27°C
Salvador, BA
Publicidade

A MORTE DO SARGENTO DIAS

Na Polícia Civil da Bahia, já tivemos vários "Sargentos Dias" assassinados, o último deles que eu me lembro, foi o saudoso Pedrinho, Pedro Rodrigues, policial da minha turma, aguerrido, valente, e que tentou conter uma ação criminosa que acontecia no interior de um transporte coletivo, sendo atingido mortalmente pelo meliante.

Carlos Nascimento
Por: Carlos Nascimento Fonte: Por Bel Luiz Ferreira
12/01/2024 às 09h32 Atualizada em 12/01/2024 às 10h37
A MORTE DO SARGENTO DIAS

Assim como dito por Sobral Pinto, que: "A advocacia não é profissão de covardes". E não o é, de fato. Na guerra, é condecorado aquele soldado que demonstra coragem e bravura". Dito isto, vejo que no nosso caso a profissão policial vem com o passar do tempo, sendo exercida por covardes, homossexuais, na polícia civil da Bahia já teve até o último delegado geral, o qual não escondia as suas preferências sexuais, bem como o jeito afeminado de se portar.

Nada contra o homossexualismo, mas tudo contra a postura de um delegado geral. Além dele, vários outros servidores policiais com postura nada ortodoxa para exercer a profissão, pois não parece nada razoável uma diretora de departamento ser indiciada por formação de bando ou quadrilha, ser companheira de um bandido estelionatário.

Sempre digo que a tipificação penal dos possíveis delitos que outrora o policial cometia, mudaram drasticamente, senão vejamos: antes o policial era violento, agressivo, e quase que sempre respondia por lesão corporal, ameaça e até por homicídio, uns tentados e outros consumados. Já hoje o perfil do policial ele responde por formação de quadrilha, associação ao tráfico, delitos estes nada por assim dizer condizente com a atividade policial, não que esteja justificando os primeiros delitos citados, mas a profissão por si só justifica.

 Pedro Rodrigues

Na Polícia Civil da Bahia, já tivemos vários "Sargentos Dias" assassinados, o último deles que eu me lembro, foi o saudoso Pedrinho, Pedro Rodrigues, policial da minha turma, aguerrido, valente, e que tentou conter uma ação criminosa que acontecia no interior de um transporte coletivo, sendo atingido mortalmente pelo meliante.

A instituição, assim como os nossos congressistas, jogam para debaixo do tapete estes acontecimentos, assim como empurram com a barriga, qualquer tipo de retaliação aos bandidos, a polícia por não querer ficar mal vista junto a sociedade, é orientada politicamente a dar entrevistas dizendo que vai fazer cumprir a lei, que vai fazer de tudo para prender os assassinos e que eles respondam pelo crime cometido.

Já os congressistas nada fazem porque eles enxergam os assassinos como eleitores, e que tem família, amigos, e que todos são eleitores, portanto jamais os políticos desperdiçam o voto de um eleitor. Neste cenário o judiciário através dos seus magistrados, os quais ganham um salário com valores dez vezes maior do que o policial assassinado, justifica o fato como uma "desigualdade social".

Não podemos também esquecer dos órgãos correcional, a famosa corregedoria de polícia, a qual recepciona o policial que muitas vezes age no estrito cumprimento do dever legal, com o pressuposto de que ele, o policial é culpado, e que trate de conseguir prova contrária, pois para a corregedoria, só o fato de ser policial, já o torna culpado.

Pois é, a profissão polícia é esta, ou seja, entre a cruz e a espada, se reagir a uma ação injusta e delituosa, está fadado a duas inevitáveis situações, a primeira, se defender e reagir matando o bandido, daí é condenado pela sua corregedoria e passivo de ser demitido da polícia, sendo posteriormente levado a júri popular.

No segundo caso, se o policial for negligente e não agir, com certeza o bandido irá fazê-lo, não pensando duas vezes em atirar e subsequentemente ceifar a vida do policial.

Quantos mais Sargentos Dias terão que morrer para que a Lei n° 7.210/84 (Lei de Execução Penal),  nos seus artigos 122 a 125 tenham que ser extintos?

Bel. Luiz Carlos Ferreira de Souza - Brasileiro, baiano, casado, 61 anos, servidor público aposentado pelo estado da Bahia, atualmente reside no estado do Rio Grande do Sul, com formação técnica em redator auxiliar, acadêmico em História, Direito, pós-graduado em Ciências Criminais, política e estratégia e mestrando em políticas públicas.

Contato: lcfsferreira@gmail.com 

facebook.com/LcfsFerreira

Enterro do sargento morto durante perseguição policial é marcado por emoção, em BH

xxxxxx
xxx
Viúva de PM morto em BH faz discurso emocionante: "Herói e pai incrível"
XXXX
XXXX
* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou que contenham palavras ofensivas.
500 caracteres restantes.
Comentar
Mostrar mais comentários
Bel LUIZ CARLOS FERREIRA
Bel LUIZ CARLOS FERREIRA
Luiz Carlos Ferreira - Brasileiro, baiano, casado, servidor público aposentado, torcedor do vitória, residente no Rio Grande do Sul, Bacharel em Direito, com formação técnica em redator auxiliar, acadêmico em História, pós graduado em Ciências Criminais, política e estratégia e mestrando em políticas públicas.
E-mail: lcfsferreira@gmail.com | facebook.com/LcfsFerreira
Ver notícias
Salvador, BA
29°
Tempo limpo
Mín. 26° Máx. 27°
33° Sensação
4.47 km/h Vento
69% Umidade
20% (0.12mm) Chance chuva
05h38 Nascer do sol
05h38 Pôr do sol
Sexta
28° 26°
Sábado
29° 27°
Domingo
28° 27°
Segunda
27° 26°
Terça
27° 27°
Publicidade
Publicidade


 


 

Publicidade
Economia
Dólar
R$ 5,62 -0,74%
Euro
R$ 6,20 +1,10%
Peso Argentino
R$ 0,00 +0,00%
Bitcoin
R$ 487,597,07 -3,34%
Ibovespa
131,313,38 pts 0.09%
Publicidade
Publicidade
Enquete
Nenhuma enquete cadastrada
Publicidade
Anúncio
Conteúdo acessível em Libras usando o VLibras Widget com opções dos Avatares Ícaro, Hosana ou Guga. Conteúdo acessível em Libras usando o VLibras Widget com opções dos Avatares Ícaro, Hosana ou Guga.