O mundo não é dos covardes

Muitos optam pelo antigo e cauteloso silêncio, onde não há espaço para retórica, réplica ou tréplica.

O mundo não é dos covardes

Ao longo do tempo a humanidade convive com o seguinte dilema: "ser feliz ou ter razão?".

É neste sentido que cada um de nós buscamos o fiel da balança, o equilíbrio, o meio termo.

Quando nos referimos a covarde, certamente não é ao antônimo de valentão, mas sim ao covarde que teme ao embate, a luta.

Buscando uma citação de Mahatma Gandhi, este dizia: "O medo tem alguma utilidade, mas a covardia não". Por isso devemos raciocinar que pessoas covardes não mudam o mundo.

Como podemos desenvolver os nossos raciocínios, os nossos planos e projetos, quando vivemos em uma sociedade hipócrita, e que somos freados, quando vamos de encontro a interesses políticos?

Muitos optam pelo antigo e cauteloso silêncio, onde não há espaço para retórica, réplica ou tréplica.

Como esquecer da célebre frase de Martin Luther King: "Para se ter inimigos não precisa declarar guerra, basta dizer o que pensa".

Fico as vezes a contemplar nos meus poucos momentos de serenidade, e vejo que o tempo e a vida passam bem rápido, que não podemos retardar o relógio da vida, que não podemos desfazer o que já foi feito, mas podemos a partir deste segundo, tomar a atitude de otimizamos o nosso tempo, e não repetirmos os nossos erros.

Ainda pensando sem estar em um divã, mas na comodidade, confortável da minha consciência, vejo que independente das controvérsias, ninguém escapará do pensamento do filósofo Sócrates: "todos nós desde que nascemos, já estamos condenados a morte".

Portanto, neste intervalo entre o nascer e morrer, vamos viver, viver intensamente, corajosamente, aceitando os desafios e vencendo a cada um deles, sem pressa,com superação e resiliência.

O Grande Arquiteto nos preparou com tanta perfeição, que no final não há vencidos, nem vencedores, há quem soube aproveitar melhor com dignidade, amor ao próximo, e carinho, e contar suas façanhas, nesta longa história da vida...

Por: Luiz Ferreira