Prédios Estatais, como trincheiras de Saúde

É notório que todos nós sabemos que a vacina contra o Coronavírus vai demorar no mínimo 1 ano pra ser utilizada.

Prédios Estatais, como trincheiras de Saúde
Prédios Estatais, como trincheiras de Saúde
Prédios Estatais, como trincheiras de Saúde
Prédios Estatais, como trincheiras de Saúde
Prédios Estatais, como trincheiras de Saúde

Prédios Estatais, como trincheiras de Saúde, tais como, Colégio Estadual Odorico Tavares e Correios que podem servir nessa guerra contra o (CONVID - 19).

Pois é, senhor governador Rui Costa. É notório que todos nós sabemos que a vacina contra o Coronavírus vai demorar no mínimo 1 ano pra ser utilizada.

Sabemos também que a estratégia delineadora dos governos, foi determinar a quarentena, tendo sua finalidade, de ação, pra não infectar a população (claro por um período), onde a estratégia mesmo, é manter o controle do isolamento, pra dar tempo ao sistema de saúde no Brasil adquirir aparelhos respiradores suficiente pra atender a todos os contaminados. O óbvio!

A verdade é dura, mais metade ou mais da população brasileira será infectada, e isso irá acontecer inevitavelmente em pouco tempo.

Assim, seguindo nessa linha senhor governador, sugiro que V. Exa., venha intervir para suspender a venda do Colégio Odorico Tavares (temporariamente),  aproveitando sua estrutura física para ser um dos postos de atendimento estratégicos, como uma das trincheiras, para quando começar o atendimento aos infectados em massa pelo coronavírus. O prédio possui uma excelente arquitetura, com dezenas de salas, amplas e arejadas, que poderá cada sala de aula, ser adaptados no mínimo 10 ou mais leitos individuais, atingir mais de 300 leitos disponíveis.

Outro colégio também estadual, bem centralizado é o prédio antigo da Petrobrás na cidade baixa, Landulfo Alves e o Colégio ICEIA, localizado no bairro do Barbalho. Só esses três aí governador terão mais de 1.000 leitos individuais a serviço do povo aqui na Cidade do Salvador.

Sugerimos também que se contarmos com a parceria do governo federal, em ceder os dois prédios sedes de duas estatais (Correios e Petrobrás), excelentes estruturas, localizados no bairro na Pituba e assim a Capital do Estado, estariam as trincheiras de saúde adaptados pra atenderem, não só os soteropolitanos, como parte da população das cidades vizinhas que fazem parte da RMS, preparadas para a guerra.

Acredito que essa estratégia de improvisar prédios públicos, com custo bem mais baixo, que investir em construções de galpões ou recuperando estruturas, seria além de desnecessários, traria prejuízos aos cofres públicos.

Essa proposta de utilizar prédios públicos, devem ser instituídos também nos mais de 400 municípios do interior do Estado. Os prefeito por sua vez já poderiam nas suas cidades Implantar suas trincheiras pra situações menos complexas para atendimento isolado de quarentena, dos seus munícipes infectados, indicando e providenciando urgentemente a adaptação dos prédios de suas cidades, que poderão ser  utilizados, incluso garantindo a alimentação, também da família. O Município de Barra, mesmo, por exemplo possui um hotel de excelência, há 6 km do centro urbano, que está desativado, com manutenção pelos gestores, mesmo desocupado, mas que poderia, ser ocupado pelo governo Municipal de Barra?

Tudo isso explicando a população das estratégias e dificuldades que teremos por falta de aparelhos respiratórios, necessários a atender ao sistema de saúde em casos complexos no internamento. É que nesses casos para cada leito existente, terá obrigatoriamente que ser instalado o aparelho respirador. Porém, em falta no mercado, daí o motivo da quarentena, para que possa o governo adquirir esses aparelhos com mais tempo possível. Essa é a importância do isolamento, que o governo deveria jogar aberto com o povo e assim ter adesão de 80% da população em ficar em suas casas. Triste, mas é a realidade. Esse deve ter sido o que motivou determinante pelos médicos o sacrifício das mortes dos mais velhos acima dos 80 e 75 anos de idade na Itália e outros...

Esperamos que os fabricantes, principalmente da China fabriquem e disponibilizem rápido, esses aparelhos e assim se venha conseguir a redução de mortos no Brasil.

Crispiniano Daltro